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By ZEP
#79229
:D Para que o assunto não seja só Toyota GT86!!
Desde 1993 que os automóveis da família são todos japoneses, daí a "japomania". Porquê? Por duas razões básicas: Fiabilidade e agradabilidade de condução.
Vejamos:
Toyota Previa D4D de 11/2002 157000Km Kit de potencia Caetano (135cv) Avarias: 0 Mantém suspensão e embraiagem de origem
Toyota Prius II de 3/2005 91000Km Avarias: 0; Nunca substituí uma lâmpada! Bateria do sistema híbrido Ok até hoje.
Mazda MX5 RC 1.8 de 11/2006 56000Km Avarias: 0 Nunca substituí uma lâmpada!
Toyota GT86 09/2012 43000Km Avarias: Substituído em garantia farolim traseiro por condensação interior

:D De 1979 a 1993 conduzi italianos e alemães. Em 1993 comprei uma carrinha Toyota Carina 1.6 gasolina. Ficou-me o vício!

Abraço
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By as_shariff
#79230
Zep, os 4 modelos referidos mantêm-se na garagem?

O melhor exemplo de fiabilidade será certamente o mais antigo e com mais klms! Agradabilidade de condução depende muito do que se dá valor/prioridade num automóvel.
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By ZEP
#79234
Os 4 estão em garagem e utilizados no dia a dia. Fiabilidade não é o mesmo que durabilidade. Fiável é o que ao longo dos anos de utilização não nos obriga a fazer visitas ao concessionário extra manutenção periódica ou a efectuar despesas acessorias.
Os automóveis japoneses são na minha opinião muito agradáveis de conduzir independentemente do fim a que se destinam. Embraiagens suaves, caixas muito boas, suspensões equilibradas no geral diria que se cria facilmente empatia entre o veículo e o condutor. Obviamente que esta opinião é subjectiva e não exclui qualidades fantâsticas de outras marcas de automóveis. Gosto imenso de automóveis japoneses mas não sou"racista".
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By Arad
#79236
Tive um carro japonês, porque um dia acreditei que a fiabilidade era uma mais valia e os estudos de diversas fontes não podiam estar todos errados.

Certo dia encontrei, no contexto da época, a ocasião perfeita:

Estética, performance, conforto, dinâmica, qualidade geral, preço, oportunidade. Apareceu na forma de uma Mazda 6 MZR-CD 2.0 de 136cv.

Acreditei nos estudos de fiabilidade. Tramei-me...

Não levou, nas minhas mãos, nada de extraordinário para um carro com mais de 150000km. Mas deu problemas caros, tão caros que tive de vender. E mais aquilo que ainda tinha para levar...

Numa qualquer marca europeia generalista, todo um vasto mercado de peças da concorrência me resolveria economicamente os problemas. Na Mazda tive de pagar forte e feio por material de origem. Este foi o problema, muito mais do que a bomba de água, as anilhas dos injetores, o tensor hidraulico da correia de acessórios, ou a embraiagem e bimassa que não chegou a levar, porque a vendi.

Acredito que há japoneses e "japoneses". Acredito que os otto japoneses são melhores que os diesel. E também acredito que honda e toyota são de outro campeonato quando é preciso material.
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By as_shariff
#79237
ZEP, concordo com o "conceito" de fiabilidade, mas também acho que determinadas coisas, só se sabem se são fiáveis ou não, passado um tempo/kms! É muito menos provável um carro dar chatices quando é novo/semi-novo do que quando passa a barreira dos 4 anos / 100 000km!

Por curiosidade quais foram os italianos? :geek:
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By ZEP
#79240
Italianos: Fiat e Alfa
Alemães: VW

As vezes temos azar. Nos anos 80 comprei um fantastico Fiat Uno turbo ie (1a geração). Não tive nenhum problema grave com o carro apenas as "pequenas chatices" da época. Um amigo comprou um igual passado poucos meses e logo no dia que o foi buscar e me veio mostrar tivemos que chamar o reboque! Avariou a centralina!
Uma má experiência pessoal não condena o modelo.
Este tópico não se destina a comparar automóveis japoneses com europeus ou a bater o pé e dizer que os japs são os maiores. Tão somente uma experiência pessoal de 22 anos de convívio com marcas japonesas e que essa experiência possa ajudar em futuras decisões de aquisição.
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By SeteGu
#79241
Acho que a minha assinatura diz tudo.

O carro deu um problema com cerca de 200.000 kms: bobines nas couves... mas só deu dores de cabeça porque os mecânicos andaram à nora sem saber o que era durante muito tempo. Acho que a bateria deu 1x o berro e a embraiagem teve de ser mudada também com cerca de 200.000 kms.
De resto, que me lembre, nem uma luz fundida.

Apenas foi vendido porque necessitava de algum material de desgaste (amortecedores, etc...) e não valia a pena o investimento. De motor estava 5*. Hoje é de um agricultor e faz bastantes vezes de "trator" e "pickup". Fazer de pickup já era normal (transportar várias sacas de ração de 20 kg, etc..) a novidade foi o trator.

Todos os outros carros (Citroen Visa, Peugeot 205 1.0 e 206 1.1) duraram menos e deram mais dores de cabeça... e o 206 1.1 como produto é muito inferior ao Jazz.
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By as_shariff
#79265
ZEP, Fiat Uno turbo ie :shock: 8-) wow! Dizem que os da 1ª geração não tinham corte de rotação... era verdade? :mrgreen:
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By ZEP
#79303
Realmente não tinha. Era um fantastico automóvel que com pouco peso e a fantastica gestão do motor punha em sentido grandes máquinas da época. Tenho pena de o ter vendido.