Desde a F1 aos Rallys, passando pela competição Nacional, aqui discute-se as emoções do desporto automóvel
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By João Gomes
#61184
Pahhhh só relembrar umas coisas sobre o Senna, que «normalmente» não se fala pq depois de mortos todos os homens são bons!!!

Usando a pesquisa do romas (eu tinha outra fonte, mas assim sempre fica mais suave)...

Tom um dos temas quentes do debate é sempre que o «alemão» obrigava o outro piloto a ter contrato de segundo piloto (especialmente claro no caso do banana do rubens barrichello)... enquanto o Senna nunca isto e aquilo... pois bem o Senna chegou a bloquear pilotos de irem pra sua equipa, a saber:

«1986 saw Senna being partnered by Johnny Dumfries after Senna vetoed Derek Warwick saying that Lotus were not able to run 2 competitive cars.»

depois temos que o Senna era um gajo super porreiraço, bacano mesmo... em contraponto ao «alemão» q era (é) um sacana de primeira...
Então temos aqui um ranking (não oficial) dos «5 melhores amiguinhos» do Senna,

Primeiro uma pequena introdução:
«Que Ayrton Senna era um piloto sensacional, isso é algo que só pode ser negado por uma pessoa sem as devidas faculdades mentais funcionando corretamente. Mas Ayrton Senna como colega de outros pilotos era um cara quase que misantropo. Raros eram os seus amigos no paddock, e geralmente eram pilotos que não ofereciam tanto perigo direto, como Gerhard Berger e Thierry Boutsen. Ayrton conseguiu inimizade com basicamente todos os grandes pilotos do final dos 80 e início dos 90. Tava louco para colocar Eddie Irvine na lista, mas não deu, fica pra outra.»

#5 - Michael Schumacher
«Já em Spa 1991, o então bicampeão brasileiro alertava sobre a estréia do então novato alemão: o cara era bom o suficiente para dar trabalho. Os dois só puderam se engalfinhar a partir de 1992, quando Schumacher passou a correr uma temporada inteira de F1 como primeiro piloto da Benetton. Naquela época, o alemão não passava de um moleque bastante atrevido.

Em Interlagos, em disputa entre os dois, Senna teria feito brake-tests e até uma ultrapassagem que o empurrou Michael para o lado sujo da pista, coisas que irritaram muito o alemão. Mas o troco viria meses depois, em Magnycours, quando Schumacher perdeu o ponto de freada na curva Adelaide e encheu a traseira de Senna, causando bandeira vermelha. O brasileiro foi até os boxes da Benetton dizer boas a Schumacher.

1992 ainda teria uma confusão ainda maior, semanas depois, em um teste em Hockenheim. Em uma dos retões do circuito, Michael Schumacher empurrou Ayrton Senna para a grama em altíssima velocidade. Recuperado do susto, Senna foi de novo aos boxes da Benetton e pegou Michael pelo colarinho. Sem a turma do deixa-disso e penas teriam voado para todos os lados. Senna ainda disparou um “Schumacher é idiota!”.

A relação melhorou depois. Schumacher sempre foi fã de Senna, que acreditava que o alemão era o piloto a substituí-lo como gênio da F1.»

(como sempre disse, farinha do mesmo saco)

#4 - Elio Di Angelis
«Elio de Angelis era o queridinho da Lotus. No período em que dividia a equipe com o então limitado Nigel Mansell, o italiano não tinha lá muito trabalho. Mas foi só chegar Ayrton Senna em 1985 que o clima pesou.

De Angelis era muito rápido, mas não tanto quanto Senna, que voava nos treinos de classificação. Seu forte era a consistência, e em boa parte do campeonato, Elio esteve à frente de Ayrton na pontuação. Mas as reclamações começaram a acontecer. Segundo Elio de Angelis, Ayrton Senna recebia toda a atenção da equipe, e isso era injusto com ele, que tinha muito mais tempo dentro da equipe do que o promissor brasileiro. Ser o número dois não interessava ao italiano, considerado o último gentleman da Fórmula 1.

Em comparação com Mansell, Senna parecia-lhe ainda mais bruto e selvagem. E o brasileiro, de fato, fez algumas manobras que o irritaram, como na África do Sul. Na sétima volta da corrida, De Angelis tomou uma fechada escandalosa de Senna e teve de frear para não bater no brasileiro, mas houve uma toque e por pouco os dois não saíram da prova. Nos boxes, De Angelis chegou louco para brigar, chamou Senna de idiota, os dois trocaram empurrões e Elio deu um soco em Ayrton. Os mecânicos tiveram de separar.

Elio de Angelis não queria mais saber da Lotus pró-Ayrton. Se mandou para a Brabham em 1986 e acabou morrendo em um teste em Paul Ricard.»

#3 - Nelson Piquet
«Os dois tem história. Tudo começou no começo de 1984, quando surgiram boatos que Nelson Piquet teria vetado Ayrton Senna como seu companheiro na Brabham. Oficialmente, a Parmalat não teria aceitado dois brasileiros na equipe, mas a lenda ficou.

Os dois nunca tiveram exatamente uma briga direta, até porque o auge de um nunca coincidia com o do outro. Houve algumas situações, como na Hungria, em 1986, em que Piquet teria feito um drift para ultrapassar Senna, revoltado com o comportamento de Ayrton na pista. Mas nunca houve nada exatamente grande. A guerra ocorria, de fato, fora das pistas. E entre seus fãs.

A troca de alfinetadas começou em 1988, quando Senna disse que deixou de aparecer na mídia para “dar espaço ao Piquet”. A resposta do carioca não podia ser mais inflamada: “ele sumiu é pra não ter de explicar porque não gosta de mulher”. Como resposta, Senna processou Piquet. Era uma briga engraçada. Senna era o típico paulista e Piquet era o típico carioca, não combinavam em quase nada e seus respectivos fãs admiravam as características de um e atacavam os defeitos do outro cegamente.

Em 90, em entrevista á Playboy, Senna descarrega novamente sua metralhadora ao insinuar que conhecia Catherine Piquet “como mulher”. A resposta de Piquet? “Só se eles frequentavam o mesmo salão de cabeleireiro!”. Desculpe, Senna, mas Piquet me parecia bem mais afiado nas respostas.

Os dois nunca se reconciliaram. Mas Piquet chorou compulsivamente ao saber da morte de Senna.»

(ok, aqui foi mais choque de egos que outra coisa qq)

#2 - Nigel Mansell
«A relação de Senna com Mansell era estranhíssima, lotada de altos e baixos. Eu até me arriscaria dizer que os dois se gostavam de verdade, mas um via uma ameaça terrível no outro. Tentarei ser breve.

Em 85, Mansell chamou Senna de idiota devido a algumas atitudes de Senna na pista. Em 87, na Bélgica, Mansell tentou uma ultrapassagem extremamente imbecil sobre Ayrton e o resultado foi uma batida. Porém, inacreditavelmente, Mansell se julgou certo e foi aos boxes de Ayrton dar-lhe uma surra. Depois de 1987, Nigel ficou meio longe das vitórias e Ayrton virou Senna. E a relação melhorou bastante, chegando ao ponto de Nigel Mansell ir cumprimentar Ayrton Senna pelo tricampeonato.

Em 1992, as faíscas voltaram. Em Interlagos, Mansell tentou outra ultrapassagem estúpida sobre Senna nos treinos do GP do Brasil e terminou no muro. Senna culpou o inglês. No Canadá, mais uma manobra idiota do inglês, que tentou ultrapassar Senna jogando o carro em uma chicane e acabou terminando com o carro quebrado. O Leão foi aos boxes da McLaren dizer um monte ao Ron Dennis. Ainda viria à imprensa dizer que o brasileiro se tratava de um cara “que não havia nada de bom para se falar sobre”.

A briga voltaria à tona na última corrida do ano, em Adelaide. Dessa vez, bobagem de Senna, que encheu a traseira de Mansell. Cinicamente, Ayrton disse que “iria aos boxes de Nigel dar os parabéns pelo título”. Mansell respondeu que “se ele vier aqui, vai ter é uma boa briga”.»

#1 - Alain Prost
«Essa briga chega a ser cinematográfica. A carreira de um não teria tanto brilho se não fosse o outro. Os dois não eram só inimigos mortais mas também absolutamente indispensáveis um ao outro.

Prost e Senna nunca tiveram problemas até 1988. A entrada de Ayrton Senna na McLaren naquele ano foi vista com bons olhos pelo francês, que já estava havia quatro anos na equipe. O começo dos dois foi, de fato, tranquilo e disputado. Mas era visível que a situação não seguiria assim por muito tempo. Em Portugal, Senna deu uma fechada quase criminosa em Prost na reta dos boxes. O francês declarou que não gostou e que teria de conversar com o jovem brasileiro, mas tudo bem, essas coisas acontecem e em Jerez já estava tudo resolvido.

A torta começou a desandar em 1989. Em Imola, quebrando um acordo prévio de não haver ultrapassagem no companheiro de equipe na primeira volta, Senna ultrapassou Prost na Tosa e venceu com tranquilidade. A partir dali, os dois pararam de se falar. E a McLaren foi dividida em duas. Como Prost sabia que o que aconteceu com De Angelis poderia acontecer com ele, em Paul Ricard o bicampeão francês anunciou que deixaria a equipe e buscaria outra casa.

A partir daí, todos já sabem. Em Suzuka, Prost jogou o carro em cima de Senna e acabou levando o título após a desclassificação do brasileiro. Inconformado, Senna levou a briga até o ano seguinte e, na mesma pista japonesa, jogou seu carro sobre o de Prost a mais de 200km/h. Novamente o título é decidido em acidente, mas dessa vez a vantagem é brasileira.

Depois, os dois voltam a se atacar em 1992, quando Prost veta Senna na Williams. Ayrton o chama de covarde e diz não acreditar que Alain se dispusesse a ganhar o campeonato de 1993 antes mesmo dele começar. Contudo, a relação começou a voltar a melhorar aos poucos. Em Adelaide, Senna veio até Prost e tentou reatar a amizade. A princípio, Alain ficou meio incrédulo. Mas a amizade voltou e em 1994, eles se falavam com frequência.

Até onde eu sei, Prost foi o único desses cinco que foi ao enterro de Senna. “Com a morte dele, uma parte de mim se foi”. É verdade.»

(páhhh, pois ele mandou fora um competidor com um titulo mundial em jogo... mas foi uma situação completamente diferente da do «alemão», afinal a do Senna foi premeditada, a do «alemão» foi de recurso. Premeditado é menos grave ÓBVIO!!)

Teria de investigar mais, mas já vi e há videos de reuniões de direcções de provas com pilotos em que ele autenticamente faz birra... e outras do género...

Resumindo, se havia coisa que ele não era, era santinho, mas no entanto é quase assim que é recordado («vantagens» de ter morrido no auge)... nem acho que assumir estas coisas diminuam o seu «legado»... bem pelo contrário, só prova que era um homem incrivel, que apesar dos defeitos como nós temos tinha um dom inimaginavel para os «comuns» como nós...
Recordar a qualificação dele no Mónaco em 1989 (confirma aí Romas) em que bateu o Prost por uma eternidade e a a primeira volta em 1993 (confirma aí Romas :D) em Donnington é sublime (se alguém não viu os videos, vejam, não sabem o que perdem)... numa só volta, era de facto imbativel... mas... e há sempre um mas... isso faz dele «apenas» o mais rápido... pq o melhor, o melhor é mesmo o «alemão»!! :mrgreen: :mrgreen:

Bring it on Romas 8-)
#61189
João Gomes Escreveu:(páhhh, pois ele mandou fora um competidor com um titulo mundial em jogo... mas foi uma situação completamente diferente da do «alemão», afinal a do Senna foi premeditada, a do «alemão» foi de recurso. Premeditado é menos grave ÓBVIO!!)


Ò Gomes... não sejas tousso... ainda há dias estive a ouvir o Prost falar sobre isso no filme do Senna... diz o Prost sobre Suzuka 1991, depois de confrontado com o facto, evidente nas imagens, de ter mudado de trajectória para fazer a chicane muito mais cedo, diz ele: “não diz de propósito, simplesmente não evitei o contacto”. Isto, se não é premeditação, é o quê?
Já sobre Suzuka 1992 o Senna também diz no mesmo filme umas coisas engraçadas... inclusivamente relembram coisas que eu já nem recordava sobre a situação.
Em 1992 o Jean Marie Ballestre, Francês, era presidente da FIA. Foi ele que desclassificou o Senna em 1991, não por ter sido empurrado pelos comissários como muita gente diz, mas por não ter voltado atrás para regressar à pista no ponto em que saiu de pista (como se isso fosse possível numa escapatória cheia de pneus e com um carro maneável como um F1!).
Em 1992 o Senna fez a pole position em Suzuka... misteriosamente, o monolugar na pole position passa a arrancar do lado sujo da pista... coincidência, claro...

Seja como fôr, o senna diz uma coisa que parece ser corroborada nas imagens: o Prost ganha vantagem no arranque por sair da zona limpa da pista mas, quando chega à curva, abre ligeiramente para fora (suponho que para ter melhor ângulo na saída). Claro que, sendo o Senna como era, ia aproveitar qualquer aberta e o Prost sabia disso... o Senna foi lá e o Prost fechou... o resto é história...

Por outro lado, queres-me convencer que a cena do Schumacher com o Villeneuve não foi premeditada? Não foio catano! Com o Hill, no ano anterior, até aceito que fosse puro espírito batoteiro... lol

João Gomes Escreveu:Teria de investigar mais, mas já vi e há videos de reuniões de direcções de provas com pilotos em que ele autenticamente faz birra... e outras do género...


Acho que estás a fazer confusão... há uma reunião de pilotos em Suzuka 1992 na qual os pilotos levantam a questão do sucedido no ano anterior... querem ter a possibilidade de, caso saiam de pista na chicane, poder retomar a pista sem terem que voltar atrás pois, nesse caso, apanhariam (obviamente!) os outros carros de frente vindos da 130R a dar gás! O que foi aceite pela Direcção de Prova e é quando o Senna se retira dizendo que aquilo era uma palhaçada considerando o que havia sucedido no ano anterior... e que era uma questão evidente para todos os outros pilotos quando a ele retiraram um título mundial no ano anterior!
Isso é birra?!?

João Gomes Escreveu:Resumindo, se havia coisa que ele não era, era santinho, mas no entanto é quase assim que é recordado («vantagens» de ter morrido no auge)... nem acho que assumir estas coisas diminuam o seu «legado»... bem pelo contrário, só prova que era um homem incrivel, que apesar dos defeitos como nós temos tinha um dom inimaginavel para os «comuns» como nós...

Nunca disse que ele era Santo... limito-me a dizer que foi um enorme privilégio tê-lo visto pilotar e enfrentar grandes pilotos. Coisa que o Schumacher nunca teve que fazer durante a grande maioria da sua presença na F1...

João Gomes Escreveu:Recordar a qualificação dele no Mónaco em 1989 (confirma aí Romas) em que bateu o Prost por uma eternidade e a a primeira volta em 1993 (confirma aí Romas :D) em Donnington é sublime (se alguém não viu os videos, vejam, não sabem o que perdem)... numa só volta, era de facto imbativel... mas... e há sempre um mas... isso faz dele «apenas» o mais rápido... pq o melhor, o melhor é mesmo o «alemão»!! :mrgreen: :mrgreen:


É isso mesmo… aqui fica um vídeo de Donington... do Mónaco é mais díficil graças à FOM...
#61264
O João Gomes, como sabe o que é bom, descobriu um vídeo perdido da Pole no Mónaco em que o Senna deu 1,5 segundos ao Prost, num carro igual, que ficou com o... 2º tempo!


Não é das melhores versões mas essas foram retiradas do Youtube pela FOM...
#61608
Aqui fica mais um vídeo, da qualificação de Suzuka 1990. Qualificação à antiga, com tudo ao molho e fé em Deus! 8-)
Se tiverem pachorra para ver o vídeo todo vão reparar que, logo a seguir aos brasileiros, os japoneses eram claramente os que mais idolatravam o Senna... a forma vibrante com que acompanham a volta de qualificação do Brasileiro (ali a partir do minuto 3 mais ou menos...) é digno de se ver/ouvir... e quase juro que batem palmas quando o Senna cruza a linha de meta! 8-)
E ele sempre retribuiu com carinho especial pelos japoneses e com grandes desempenhos no Japão!

Só mais duas coisas:

1- Este vídeo mostra porque a qualificação era o que mais me interessava num fim de semana de GP. Toda a gente a andar a 120%, muito acima dos limites, uma tensão no ar enorme, dentro e fora dos carros... uma adrenalina brutal! 8-)

2- Suzuka é um circuito espectacular! Para mim, o melhor do mundo a par de Spa! Para homens de barba rija! E ver o Senna fazer a 130R, a fundo e a mais de 300 kms/h... 8-) 8-)
#61870
Já agora... e como tu és um Sennista dos ranhosos... tenho de ser eu a colocar o trailer do filme do Senna...



Apesar de ser um trailer com apenas 2m22s tem várias coisas interessantes... das quais eu destaco o que o Senna diz ali por volta dos 58s... «you're competing to win... if you no longer go for a gap... you no long are a racing driver» que vai de encontro ao que sempre disse... ganhar... ganhar... ganhar... ele e o Schumacher... farinha do mesmo saco!!!
E aos 2m10s, a chegada à primeira curva de barcelona, lado a lado com o Mansell, com os dois carros a «chisparem»... Aquilo era F1... agora... agora a «Formula One» é a categoria mais alta da FIA de pista... um trofeu... daqueles sem grande interesse...
#61872
E como um video nunca vem só... :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:



Além dos elogios que ele é o numero um e tal... vejam o video todo... e vejam como usam com ele palavras como «rutheless» e do género... e nem digo nada do incidente dele com o Prost... tá lá tudo no video...
Farinha do mesmo saco... tal e qual... a diferença é que um tá morto e por isso as «lembranças» são só as boas... o outro tá «morto» a arrastar-se nas pistas a dar munição pros que querem diminuir a grandeza dos seus feitos! :evil: :evil: :evil:
Mas como digo... eu não gosto de idolos «perfeitos»... prefiro de longe idolos com defeitos, dos grandes!!! Só torna a sua grandeza maior... e por isso o Senna tá lá... enorme... fantástico... roubou-me o que podiam ter sido os 2 ou 3 melhores anos de F1 que jamais assistiria...
#61877
João Gomes Escreveu:Pahhhh oh romas... és mesmo um sennista m*rdoso!!!

The Right To Win , mais um filme sobre o Senna...


Este é, para mim, o melhor. Ainda não vi a versão portuguesa do novo filme, mas considero este melhor. Tenho o DVD. A diferença é que foi feito quando ele era vivo, em 1993 se não me engano!
#61925
Yahhh foi feito enquanto ele tava vivo... por isso é q qdo entrevistam o Frank Williams atrás dele tá uma miniatura do williams do montoya e do ralf... ou o médico/preparador fisico/espiritista dele fala do décimo aniversário da morte!!!
E eu é que fumo merdas?!?!?!?! :twisted: :twisted: :twisted: :twisted: :lol: :lol: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: 8-) 8-) 8-)